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Conheça a Graduação em Oceanografia
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Planos de ensino e quadro de horários 2026-2
Os planos de ensino do semestre 2026-2, do curso de graduação em Oceanografia, foram analisados pelo NDE (Núcleo Docente Estruturante) e aprovados pelo Colegiado do curso no dia 10/07/2026.
Porém, devido ao novo Regulamento dos cursos de graduação, Resolução Normativa nº 227/2026/CUn, de 16/06/2026, eles poderão ser readequados.
Planos de ensino 2026-2: https://arquivos.ufsc.br/d/cc1075b353c54c66af02/
Quadro de horários 2026-2: https://arquivos.ufsc.br/f/80592fff03124f97b890/
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ORIENTAÇÕES MATRÍCULAS E TRANCAMENTO 2026-2.
Atenção alunos!
Período de matrículas 2026-2 (inclusão e exclusão de disciplinas) para veteranos e ingressantes do edital de transferência e retorno, conforme calendário acadêmico 2026.
Os prazos para inclusão/ exclusão de disciplinas das etapas on-line de matrículas, ajuste excepcional e trancamento do curso estão na tabela abaixo.
Fiquem atentos aos prazos, pois não haverá prorrogação.
Matrícula
Período de solicitação Divulgação do resultado 1ª etapa on-line: renovação de matrícula para estudantes veteranos e para ingressantes por transferências e retornos. 14 a 17/07, de forma on-line acessando https://cagr.sistemas.ufsc.br/ 23/07/2026 2ª etapa on-line: ajuste de matrículas para todos os alunos do curso. 23 a 27/07, de forma on-line acessando https://cagr.sistemas.ufsc.br/ 30/07/2026 3ª etapa on-line: ajuste de matrículas para todos os alunos do curso. 31/07 a 03/08, de forma on-line acessando https://cagr.sistemas.ufsc.br/
05/08/2026 Ajuste excepcional de matrículas via secretaria do curso
Período de solicitação 10 a 11/08/2026 Resultado: 12 a 14/08/2026 Observações:
*O ajuste excepcional de matrículas deverá ser solicitado preferencialmente no formato on-line através do formulário disponível na página do curso- https://oceano.ufsc.br/?page_id=151 – “Formulários de ajuste de matrículas e trancamento.” O documento precisa ser preenchido, assinado e enviado para o e-mail da secretaria oceano.cfm@contato.ufsc.br
*Não será permitido o cancelamento de disciplinas após o ajuste excepcional de matrículas.
*Não é permitida a matrícula em disciplinas com sobreposição de horários.
Trancamento do curso Período de solicitação 10/08 a 23/09/2026 *O formulário de solicitação está disponível na página do curso- https://oceano.ufsc.br/?page_id=151 – “Formulários de ajuste de matrículas e trancamento.”
*O documento deve ser preenchido, assinado, acompanhado da certidão negativa da BU e enviado para o e-mail da secretaria oceano.cfm@contato.ufsc.br
*Não é possível trancar o curso no semestre de ingresso.
ATENÇÃO!
*Início do semestre 2026-2: 10/08/2026
*Término semestre 2026-2: 12/12/2026
*Início do recesso escolar: 13/12/2026
*Ao fazer a matrícula o aluno deverá consultar o currículo do curso https://oceano.ufsc.br/?page_id=3949 e ver se possui o (s) pré- requisito (s) exigido (s) pela disciplina que deseja cursar. Alunos que se matricularem em disciplina sem o (s) pré- requisito (s) exigido (s) terão as mesmas excluídas.
*O calendário acadêmico 2026 está disponível na página do DAE https://dae.ufsc.br/files/2025/11/R214-CUn-2025_Calend%C3%A1rio-Acad%C3%AAmico-de-Gradua%C3%A7%C3%A3o_2026.pdf
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Resultado preliminar do Edital nº 56/2026/DAE/PROGRAD- Admissão por Transferências e Retornos.
RESULTADO PRELIMINAR DO EDITAL Nº 56/2026/DAE/PROGRAD
ADMISSÃO POR TRANSFERÊNCIAS E RETORNOS- 2026-2.
OCEANOGRAFIA – (333) ( oceano.cfm@contato.ufsc.br )
Candidato Categoria Classificação I. Transferência Interna/ Abandono Não houve inscritos –
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II. Transferência Externa
Carolina Burigo Albertal Classificação geral 1 Matteo Bertanha Consonni Classificação geral 2 Maria Eduarda Gomes de Andrade Classificação geral 3 III. Retorno de graduado Daniel Adami Dutra Classificação geral 1 Amanda Lagares Sauthier Tomasi Classificação geral 2 Interposição de Recursos – Edital nº 56/2026/DAE/PROGRAD – Admissão por Transferências e Retornos: dias 18 e 19/06/2026.
O recurso deverá ser encaminhado diretamente à Coordenadoria do curso através do e-mail oceano.cfm@contato.ufsc.br
Recursos enviados fora do prazo não serão analisados.
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Chamada para Seleção de Estudantes – Programa de Intercâmbio com a Universidade de Cádiz (UCA) 2026/2027
Está aberta a chamada para seleção de alunos interessados em participar do programa de intercâmbio com a Universidade de Cádiz (UCA).
Mais informações aqui https://arquivos.ufsc.br/f/c9c458938a1f4b92b331/?dl=1
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Pesquisa de satisfação projeto piloto teletrabalho Oceanografia
Pesquisa de satisfação do usuário projeto -piloto teletrabalho das secretarias Oceanografia.
Prezado (a) usuário(a),
Com o objetivo de atender a Portaria Normativa nº 470/2023/GR, que estabelece orientações, critérios e procedimentos gerais para implementação do projeto -piloto da modalidade teletrabalho na Universidade Federal de Santa Catarina, para as servidoras e os servidores da carreira técnico -administrativa em educação, solicitamos o preenchimento deste questionário.
Você poderá manifestar sua percepção sobre o projeto- piloto do teletrabalho na Oceanografia durante a sua vigência.
Todas as respostas serão encaminhadas aos respectivos departamentos/setores, à Comissão Setorial de Controle Social correspondente e à Comissão Permanente para Acompanhamento e Implementação do Teletrabalho.
A identidade dos respondentes não será divulgada.
- Instruções para preenchimento:
Por meio do questionário você poderá manifestar sua percepção sobre o projeto- piloto de teletrabalho implantado nas secretarias da Oceanografia, além de registrar suas críticas e sugestões.
A pesquisa será conduzida por procedimentos éticos e conforme os preceitos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018).
Os dados serão utilizados para fins exclusivos de avaliação da satisfação do projeto- piloto de teletrabalho. Ressaltamos que não há resposta certa ou errada.
Participe!
Acesse o link: https://forms.gle/XqFYWtcEAMbciMFV7
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Teletrabalho Oceanografia (projeto piloto)
A Coordenadoria do curso de graduação em Oceanografia informa que a partir de 01/08/2023 passou a integrar o Projeto-Piloto de Teletrabalho da UFSC, conforme Portaria Normativa Nº 470/2023/GR, de 31/03/2023.
- As jornadas de trabalho dos servidores da Oceanografia poderão ser acompanhadas pelo Sistema de Controle Social disponível no link ao pesquisar o nome dos servidores : Victor Gonzalez – pós, Nubia Carla Domingues -graduação- e Mariângela Vicente de Barros- coordenadoria especial. A escala de trabalho está disponível AQUI.
- O horário de funcionamento da secretaria do curso de graduação é de segunda a sexta-feira, das 08:00 às 11:40 e das 12:40 às 17:00.
- O atendimento presencial seguirá existindo. Nos demais dias, ao menos um servidor (da graduação, pós ou coordenadoria especial da Oceanografia) trabalhará presencialmente, enquanto o restante da equipe desempenhará suas atividades de forma remota.
- O atendimento por telefone continuará ocorrendo.
- Atenderemos o público interno da UFSC também pela plataforma ChatUFSC. Ali os usuários poderão ser atendidos pela secretaria ao pesquisar @nubia.c.domingues
- Os usuários poderão ser atendidos por um total de cinco canais: I) E-mail; II) ChatUFSC; III) Sistema Solar/SPA, IV) Telefone e V) Presencial.
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Regularização Tétis
Empresa Júnior da Oceanografia – Tétis recebe portaria de regulamentação perante a Universidade Federal de Santa Catarina. A empresa tem como objetivo aperfeiçoar a formação de todos os membros, contribuindo para o seu desenvolvimento acadêmico, profissional e humano, incentivando o espírito empreendedor e o surgimento de novas lideranças através da vivência empresarial, bem como estimular a inovação dentro da sua área de atuação.
A Tétis – Empresa Júnior de Oceanografia da UFSC é uma associação civil sem fins lucrativos, com fins educativos, apartidária e com prazo indeterminado, com sede na Universidade Federal de Santa Catarina, no Centro de Ciências Físicas e Matemáticas, na cidade de Florianópolis. Foi fundada em 2009 e realiza serviços de educação e consultoria ambiental, auxílio em embarque, geoprocessamento, análises granulométricas e de água, organização de eventos e cursos de capacitação na área da Oceanografia.

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Vídeo de divulgação do curso
Gostaríamos de divulgar o novo vídeo produzido pela TV-UFSC com a participação de Camila Kneubl Andreussi e Ronaldo Gabriel Medon Batista, ainda alunos de graduação na época da entrevista.
O vídeo teve a contribuição de fotos e vídeos enviados por professores e alunos.
Agradecemos a Camila e Ronaldo pela participação e a Sra Laura Tuyama, Sr. Cledison e toda equipe da TV-UFSC pelo trabalho de edição e revisões.
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Sistema de análise costeira por imagens de satélite
Uma ferramenta para análise e mapeamento das regiões costeiras que processa imagens de satélite e define as linhas de costa via Computação em Nuvem – ou seja, sem necessidade de armazenamento no dispositivo – é um dos resultados do projeto Bay Squeeze, coordenado, na UFSC, pelo professor Antonio Klein, do Laboratório de Oceanografia Costeira. Um artigo publicado no periódico Environmental Modelling and Software apresenta e detalha o sistema, ainda em desenvolvimento, produzido com a parceria da Universidade do Vale do Itajaí e colaboração da Universidade Federal de Rio Grande, e do COLAB +ATLANTIC LVT, de Portugal. Seus resultados podem prever impactos comparando o passado e o presente e orientando políticas públicas de gestão costeira.
Denominado C.A.S.S.I.E. – Coastal Analysis System via Satellite Imagery Engine, o sistema automatiza um processo que até então dependia da digitalização de fotografias aéreas, com cálculos de sua resolução e comparação com as imagens de satélite disponíveis a uma determinada altitude. “Mais recentemente algumas aplicações comerciais foram desenvolvidas. E outro grupo desenvolveu um sistema que as imagens da área de interesse são baixadas no computador. O C.A.S.S.I.E. faz todo processamento e definição da linha de costa na ‘nuvem’, a partir de imagens de satélites disponíveis de forma gratuita via Google Enginee, em diferentes plataformas”, explica Klein.Ferramenta mostra histórico de erosão e acresção em Itapoá, no Litoral Norte (Imagem: Israel Efraim de Oliveira/Univali)
O trabalho de análise das costas possibilita desde a avaliação do impacto da ação humana nas praias e mangues, por exemplo, até a compreensão dos efeitos naturais e processos de erosão e acreção – perda ou acréscimo de sedimentos, respectivamente. As chamadas linhas de costa marcam o limite entre água e terra e podem representar diagnósticos ambientais necessários para políticas públicas.
Klein explica que é necessário estudar o balanço de sedimentos no sistema. Quando deixa de entrar areia numa região, por exemplo, começa um processo erosivo. Já quando a quantidade que entra é maior do que a que sai, também há desequilíbrio nessa balança, neste caso positivo. “Reservatório em rios e obras nas regiões costeiras podem gerar desequilíbrio, mas também o balanço regido pelas ondas, eventos extremos, aumento do nível do mar. Há fatores naturais e também ocasionados pela interferência do homem”, aponta.
De acordo com o pesquisador, o ponto central para se fazer projeções futuras de linhas de costa está justamente na definição da sua variação com relação ao passado. Esse processo é facilitado pela ferramenta. “Pode-se utilizar esta taxa, multiplicada por um período (tempo) para definir área de não edificação na costa. Ou se soubermos o quanto houve de retração da linha de costa, podemos prever quanto de areia temos de adicionar para que haja uma recuperação da praia para o mesmo período de saída do material”, exemplifica.

O C.A.S.S.I.E. pode ser utilizado por técnicos, mas também por interessados na temática que não sejam necessariamente especialistas. Para acessá-lo, é preciso ter uma conta Google. Os algoritmos do C.A.S.S.I.E. reconhecem uma missão de satélite e, por meio de técnicas de abstração, oferecem um conjunto de imagens precisas e delimitam as linhas de costa.
O sistema, no momento, opera com dois satélites, o Landsat (da NASA )e o Sentinel (da ESA/Copernicus). No início, a ideia era utilizá-lo para a análise de baías costeiras, mas depois a proposta foi ampliada para qualquer região costeira. Com ele, é possível conhecer e monitorar a variação das linhas nas últimas décadas, comparando o passado ao presente ou intervalos temporais pré-determinados. “Havia uma dificuldade destes outros métodos, nem sempre viáveis e de custo elevado”, reforça Klein.
No artigo, os pesquisadores ressaltam que as linhas costeiras derivadas do satélite são analisadas para um conjunto de definições estabelecidas pelo usuário. As comparações de C.A.S.S.I.E. com a taxa de mudanças apresentadas por outros métodos mostram que os produtos desta ferramenta têm precisão de subpixel. “É uma ferramenta completa para apoiar uma ampla variedade de estudos e aplicações onde o conhecimento do comportamento da linha costeira é fundamental”, registram os pesquisadores da equipe.
Bay Squeeze
O sistema C.A.S.S.I.E. é fruto de uma pesquisa maior, intitulada Bay Squeeze -termo que se refere a ideia de aperto, de uma baía em compressão, de falta de espaço. Trata-se de um projeto para o desenvolvimento de metodologias para prever e mitigar impactos da subida do nível do mar, tendo como estudo de caso a Baía da Babitonga, no Litoral Norte de Santa Catarina, a partir de uma abordagem eco-morfodinâmica. Financiado pelo CNPq, no Edital Baias, o estudo se ancora em quatro metas interligadas para verificar se há mesmo menos espaço entre a areia ou a vegetação e o oceano.
Uma das metas era justamente a elaboração da ferramenta. As outras buscam investigar se está ou não ocorrendo a diminuição de espaço. “Uma das metas nos ajudou a estabelecer o espaço de acomodação disponível e as alterações que vêm ocorrendo no mangue a área adjacentes. A variação da linha de costa foi feita de forma manual, o que ajudou e incentivou o desenvolvimento do C.A.S.S.I.E.”, explica. Já as demais irão fornecer a taxa de deposição dos sedimentos na baía e a taxa de preenchimento do espaço de acomodação. “Com a linha de costa, batimetria, e dados hidrodinâmicos, teremos as condições de contorno para rodar modelos numéricos”, prevê o pesquisador.

Itapóa, Litoral Norte de SC (Imagem de Fernando Nando por Pixabay)
Segundo dados publicados no artigo Coastal Analyst System from Space Imagery Engine (CASSIE): Shoreline management module, estima-se que 24% das costas de areia em todo mundo estejam sofrendo recuo, enquanto 28% estão acumulando e 48% apresentam estabilidade. Os fatores antropogênicos, ou seja, frutos da ação humana, são encarados como a principal causa das erosões. Por isso, a avaliação quantitativa dessas tendências é vista como um indicador de vulnerabilidade das regiões.
No caso da Baía da Babitonga, onde se concentram as metas do Bay Squeeze, investiga-se a evolução da geomorfologia, estrutura sedimentar, geofísica e ecologia, na área de manguezais. O aumento da pressão humana na região, com o crescimento da população de Joinville ou aumento da infraestrutura portuária, somada à elevação do nível médio do mar já registram impactos nas linhas.
O projeto utiliza uma abordagem multidisciplinar e inovadora para analisar os impactos e explorar medidas de mitigação e adaptação a estas mudanças. A ideia é contribuir com ações e resultados de preservação do planeta, alinhados com o propósito de cumprir os objetivos de desenvolvimento sustentável estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Reportagem: Amanda Miranda/Agecom/UFSC

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